Making of: A Marmita

Pelos bons tempos (…do ano passado), postei recentemente no meu facebook o minidocumentário acima, que fiz com minha parceira no crime Marília Beck. Era um trabalho da faculdade cuja premissa era fazer um documentário de 3 minutos sobre um objeto. Como a entusiasta de marmita que era na época, enchi o saco da Mamá pra fazermos sobre ela – a marmita, não a Marília. Calma…

Enfim, nos divertimos tanto produzindo esse minidoc que decidi fazer esse post. Acho legal também contar pra vocês os bastidores dessa maravilha! Não sou metida, é que gostei muito do resultado, salvo uns errinhos de continuidade que não deu pra consertar na edição. Mas também, nada grave, vivendo e aprendendo!

Como todo o trabalho de faculdade, fizemos na correria: definimos o conteúdo e a forma  durante os intervalos e apelamos pra ajuda de familiares, colegas de trabalho e da própria faculdade, implorando pro pessoal participar – até meu ex-chefe entrou na dança, coitado! Eu filmava as marmitas dele e do meu colega todo dia, nem sou invasiva né, haha. Levava sempre minha camcorderzinha que sempre me salva nos momentos de aperto e, depois, lá fomos nós gravar na copa do prédio a cena do “casal”.

Essa foi a única gravação complicada, porque não podíamos ficar lá muito tempo, tivemos que ver os enquadramentos na hora e, é claro, providenciar marmitas. Nossa atriz e bixete queridíssima, Nathalia, levou uma marmita, a outra nós tivemos que ir correndo no Viena pra montar – porque tinha que ser muito mais bonita e, enfim… Eu comi depois. Até pensei em colocar um lettering no final escrito “Nenhuma marmita foi desperdiçada na produção deste documentário”, hehe.

Nos depoimentos anônimos – a melhor parte, na minha opinião -, tivemos que ter o cuidado de gravar em lugares de pouca luz e, depois, de distorcer as vozes. Rimos demais durante esse processo todo e gostei de como ficou no final. Depois, lá foi a Mamá se sujeitar e levar marmita por um dia, ela que ganhava um baita de um VR! Daí, foi só escrever os offs da locução e juntar tudo na edição – lembro que ficou pronto bem em cima da hora, tanto que acabei usando uma trilha só…
Mamá fez uma capinha fofa e entregamos, vitoriosas! Foi bem legal ver alguns colegas dando risadinhas ao assistir – as piadas são bem simples, nada hilááário ou genial, mas agradou. Hoje, mesmo sendo parte do time do VR, ainda lembro de como me sentia guerreira e trabalhadora levando marmita, não sentia um pingo de vergonha – e ninguém devia! Quem acha que é mal negócio comer comida caseira e de graça, que atire a primeira tupperware!

Data do post original: 21 de agosto de 2014

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