Podcast: Final de How I Met Your Mother + Series Business

Novo tipo de post in da house! Estive com receio de postar aqui porque tudo que eu cogitava como tema parecia não render um bom post por si só. Pra resolver minha vida, resolvi criar um tipo de post com dois assuntos distintos – mas que tenham pelo menos uma coisinha pra linkar, senão fica zoneado por demais. Vou começar com uma mega novidade, ponto alto da minha semana: participei de um podcast!

Pra quem não conhece, podcast é tipo um programa de rádio pra internet, com uma pegada meio conversa de bar, sabe? Quer dizer, dá pra ser um pouco mais certinho e informativo também, depende da sua intenção. É que os que tem uma pitada de humor são mais gostosos de ouvir – podendo causar constrangimento se eles falam algo muito engraçado e você ri alto sozinho no ônibus… Quer dizer, é o que me disseram.

Foi uma experiência bem divertida, deu até aquele gostinho de quero mais. Já tava pensando em produzir outros tipos de conteúdo por aqui – não só texto, I mean -, quem sabe isso não é um começo? Como tema, escolhemos o episódio final de uma das séries mais queridas da atualidade: How I Met Your Mother! Não vou dar detalhes da minha reação, tá tudo lá, só CLICAR AQUI (obviamente, contém spoilers, ouça só se já assistiu!). Independente disso, HIMYM vai deixar um vazio nas nossas vidas, recomendo loucamente pra quem não viu!

Taí a dor e a delícia de ser viciado em uma série. Porque, por mais que o ritmo de um filme seja bom, você sabe que ele acaba. Pode até ser uma franquia com trocentas partes, mas nem sempre a história tem poten$ial (eu sei que é com c, me deixem ser engraçadinha) pra ter uma sequência ou não. Nas séries, isso tudo é muito difícil de prever. Às vezes você tá super empolgado esperando sua série voltar e ops! Foi cancelada. Ou acontece algum imprevisto que faz a série terminar antes do planejado, a exemplo da morte do Cory (Finn) em Glee.

Claro que pode acontecer o contrário: a série faz tanto sucesso que uma coisa de 3 temporadas sobe pra umas 8, mas isso pode virar um baita tiro no pé. Se a história não dá margem pra muitas possibilidades, há grandes chances dessa esticada ferrar com o enredo todo. Perdi a conta de quantas séries parei de ver porque, pra mim, os caras perderam o controle da coisa.

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Eu sei que esse papo pode estar meio abstrato, mas a duração de uma série depende diretamente da audiência e da repercussão que ela gera (ou share, pros íntimos). Pra que um canal vai deixar uma série que tem uma pontuação medíocre ocupar espaço na programação se dá pra por um programa x com um formato que já é garantia de “sucesso”? É puro business!

Lembro que quando tive um primeiro contato com essas relações de mercado no audiovisual fiquei meio desiludida. Não é como se as emissoras fossem malignas e só pensem em audiência – até porque, programas bem produzidos estão sendo cada vez mais valorizados pelo próprio público! Mas era difícil pra mim enxergar numa coisa tão criativa e artística (como eu via o meio audiovisual) um valor mais concreto, no sentido financeiro da palavra. Faz parte!

Data do post original: 4 de abril de 2014

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