Countdown

É isso mesmo que você acabou de ler! Pela primeira vez, farei um post dedicado a um videoclipe, porque não é só de curtas que se vive a vida (?). Eu pessoalmente sempre fui uma grande admiradora desse tipo de vídeo: passava tardes alternando MTV, MixTV e MultiShow vendo os TOPs 200 clipes da semana – pois é, imagina a festa que eu faço agora que existe Youtube. Se não render assunto ou o post ficar meio vago, como (admito) ocorreu no meu post sobre uma esquete, não voltarei a essa categoria. Mas chega de rodeios e vamos falar do videoclipe da música Countdown, da minha digníssima Beyoncé.

Por que Beyoncé? Por que essa música, e não uma mais famosa? Na verdade, o vídeo em si foi o que acabou chamando minha atenção. Sou fã da Beyoncé sim, mas não acho que isso seja pré-requisito pra pelo menos ASSISTIR o freaking vídeo. Rapidinho você entende porque eu o escolhi. Não é um daqueles videoclipes de historinha, ou aqueles que só aparecem o(a) artista cantando e dançando em diferentes lugares, de diferentes roupas: a edição é um elemento tão forte nele que até consigo ouvir ela gritar – a edição, não a Beyoncé…

Só pra esclarecer algumas coisas: a Beyoncé estava grávida na época das gravações – logo, não dava pra encarar aquelas coreografias mega elaboradas , comuns em seus outros clipes. Se você prestar bem atenção, ela mal dança, só faz uns passinhos e poses em seqüência (uso trema e não nego). Como seria possível, nessas condições, gravar um clipe de uma música tão agitada? Eis a resposta acima!

Entenderam agora o excesso de efeitos visuais? Digo excesso porque são muitos mesmo, mas não acho que ficou over tipo “Ok, já entendi que você saber editar, AGORA PARA!”. Foi um recurso necessário, e acabou dando bem certo: todas essas mudanças de cores e enquadramentos deu um outro ritmo pro vídeo, que se encaixa perfeitamente com a música.

Não sei se posso falar por todos os não-fãs que viram o clipe, mas é visualmente bem divertido de se assistir! A cada vez que assisto, reparo num efeitinho diferente (tipo o corte brusco em 2:30 ou a infeliz que sai correndo pelo cenário a partir de 3:23). Também acho interessante a relação entre as imagens do vídeo e a letra da música não ser tão óbvia – não que seja característica exclusiva desse clipe, mas deve ser meio tentador estabelecer uma sincronia…

Ufa, até que deu pra falar bastante coisa, não? Montagem e edição solucionando problemas de celebridades, que coisa linda de se ver! E o vídeo calhou (sim, uso expressões de núcleo popular de novela das 7) de me servir de inspiração, porque eu sempre quis gravar um videoclipe! Quem sabe daqui algumas semanas não teremos um post em que eu analisarei um vídeo meu? Autoanálise é comigo mesma! E é com esse simpático trocadilho que me despeço.

Data do post original: 22 de agosto de 2012

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