Star Wars: O Despertar da Força (2015)

Depois de um verdadeiro intensivão de Star Wars (maratona + vídeos da internet), enfim me senti preparada pra assistir o novo filme da franquia. A verdade é que eu poderia ter assistido antes, mas queria ter um pouco do feeling de quem ficou tantos anos esperando por ele – desde Toy Story 3, sei que isso faz toda a diferença. Eu, que assisti a saga completa umas três semanas antes, super entrei no clima de nostalgia (“Han Soloooo! Onde cê tava, sumida??”) -imagino como os fãs mais antigos não ficaram!

O que mais me deu gosto de ver foi como eles conseguiram criar personagens novos tão interessantes e diversificados. Eles realmente caíram no gosto do público, e olha que isso é difícil em franquias de sucesso! E o melhor foi que esses novatos já tinham ouvido falar da história dos outros episódios e ficavam tipo “Essa é a Millenium Falcon? O Luke existe?”. Dentro ou fora da tela, virou lenda. Muito inteligente!

Não tenho nem palavras pra Rey. Ela tudo que eu sempre quis numa personagem feminina, e tê-la como protagonista numa franquia tão grande é um sonho realizado! Teve gente que se incomodou porque achou ela foda “demais” – porque né, onde já se viu uma mulher ofuscando os homi? Gostei dela ser meio autoditada em relação à Força – seria muito repetitivo se ela fosse que nem o Luke. E sobre pilotar a Millenium: gente, só tinha areia e peças de nave no planeta dela. Deu pra ver que ela é inteligente, claro que ela foi atrás de entender as mecânicas do negócio!

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Aliás, precisamos falar sobre Finn: amo. Já tava na hora de humanizarem um pouco os Stormtroopers e ele é divertidíssimo como alívio cômico. Tô mega intrigada sobre o papel dele nessa história toda, imagino que vá ser algo na pegada Sam (Senhor dos Anéis) e Rony (Harry Potter). E ele e o Poe, gente… Como não amar? Se eles forem confirmados como casal (mesmo que sutilmente), eu vou ficar é louca! Mulher protagonista e casal gay em Star Wars: EU NASCI PRA VER ISSO!

No mais, fiquei triste que não teve beijo da Leia e do Han – gente velha também ama, pô! E vamo combinar que a Leia é a única com o emocional equilibrado, porque esses boy, pelo amor de Deus! É só alguém virar do mal e eles “Nooooossa! #partiuexílio” (essa foi pra você também, Obi-Wan). Já a Leia engoliu o choro e continuou dando suporte aos rebeldes, com patente e tudo. Woman up, seus frouxos!

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Aliás, queria que a Força se manisfestasse na Leia de algum jeito. Quero muito vê-la em ação nos próximos filmes (não só sentada assistindo que nem a gente), mas não sei se rola. Kylo-Ren é um baita personagem, cheio de oscilações, tem tudo pra ser um belo de um vilão. BB-8 é uma versão mais fofinha do R2D2 – que é meio porra loca, convenhamos -, impossível não amar!

Agora, sobre o ~grande acontecimento do filme~… Eu percebi que ia rolar alguns minutinhos antes. Quando eles encontram a Rey, eu olhei e pensei “Tem gente demais aí, não sei se esse grupo sai inteiro…”. Pesadíssimo, mas necessário. Agora é aguardar pra ver qualé a do Luke (que recebeu cachê só pra dar uma voltinha). Resumindo: QUE FILME INCRÍVEL. Star Wars finalmente ganhou um filme à altura da verdadeira mitologia que se construiu ao seu redor. Nos resta esperar o próximo! Foco, Força (principalmente) e Fé!

 

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